6.22.2005

De férias...

Esse Blog tá meio paradinho por motivo de férias, mas já já volto...

Beijos

6.13.2005

Receitas que você não vê por aí...

Imagine uma série de receitas tendo como ingredientes principais vampiros, aliens, wookies, smurfs etcs...
No mínimo interessante pela idéia...
Em inglês

Doutor, caí­ em cima sem querer...



Algumas imagens de raio X muito doidas de objetos enfiados dentro do corpo. Bizarro!

Brinque comigo...



Uma animação interativa super bacana onde você escolhe com o que a menina vai brincar. Só espere carregar, as vezes pode demorar um pouco de acordo com sua conexão, mas vale a pena...

Filmes antigos de ficção científica



Algumas opções bem bacanas de posters e cartões sobre o tema na década de 50.

6.12.2005

Gárgulas



Em cima desses personagens ancestrais e que acho bem interessantes fiz essa série de imagens.

6.09.2005

Rick Geary



Rick Geary tem um traço bem divertido e leve para criar suas variadas ilustrações. Vale a visita...

Michael Parkes



Desenhando suas figuras etéreas, clássicas, num estilo clean e atemporais, Michael Parkes nos leva ao mundo das musas inspiradoras.

6.07.2005

Tim Biskup



Tim Biskup é um artista multimídia que utiliza muitas cores e elementos nas suas criações. Ele inclusive tem sua própria galeria para comercializar suas obras...

Uma galinha fashion



Na falta do que ter mais o que inventar, tem gente que criou roupas para...galinhas!
A coleção galinácea foi criada por um grupo de designers austríacos e japoneses, encabeçada por Edgar Honetschlaeger, que quer tornar a idéia de uma etiqueta para galinhas essencial (???)...


Como tem louco pra tudo a coleção está correndo pelo mundo para ser divulgada. E já teve encomendas de fazendeiros que querem trajes personalizados com o nome de suas respectivas fazendas. Publicitários também já mostraram interesse em vestir galinhas para anúncios de sopas de galinhas e KFC.

As roupas tem tamanhos variados e a estréia da marca foi num desfile em Nagoya, no Japão com 20 galinhas modelos desfilando por uma passarela ao som de Mozart. Novos desfiles estão marcados ainda para Tóquio, Paris, México e Viena.

Mark Ryden



Apesar de utilizar geralmente crianças nas suas imagens, seus trabalhos não tem nada de infantis. O artista Mark Ryden tem uma tendência meio mórbida, mas apesar de tudo são bem instigantes e muito interessantes...

Uma dica do Popaula do Multiply

6.06.2005

À Francesa

- Senhor Fricassé?
- Sim Gratin...
- Desculpe incomodá-lo, mas o senhor tem uma visita...
- A essa hora? Quem é?
- É o senhor Ratatouille. Ele pede desculpas pelo incomodo, mas diz que tem um assunto sério a tratar com o senhor.
- Ora essa...Mande-o entrar então...

Ratatouille entra na sala sem graça, torcendo seu chapéu e visivelmente constrangido pela intromissão e mais ainda por perturbar um homem tão ocupado e eminente.
- Desculpe senhor Fricassé, mas o assunto que me traz aqui é de extrema urgência.
- O que aconteceu?
- A Condessa Pomme D’OR me pediu esse favor. Ela está muito constrangida com tudo o que aconteceu e confessa não ter coragem de vir lhe falar pessoalmente. Por isso, me prontifiquei a ser seu porta-voz.
- Aconteceu algo com ela ou com o Conde?
- Sim...Bom, na verdade nada grave...Mas tem a ver com o jantar que o senhor vai oferecer na próxima sexta feira.
- O que tem meu jantar? Se não puderem vir por algum problema de saúde, não penso nem duas vezes em cancelá-lo! Eles são meus convidados de honra.
- Sim...Eu sei...Mas a questão não é essa...O senhor também convidou o Barão de Bounlagère...
- Claro! Meu amigo desde quando não tínhamos barba. Muito culto e engraçado.
- Exato...O problema é que o Conde e o Barão tiveram uma discussão feia ontem à noite na casa de Madame Paupiette. Quase chegaram as vias de fato. Foram necessários três homens para apartá-los...Por causa desse entrevero, a Condessa e o Conde não vão poder vir ao seu jantar.
- Estou chocado! Mas...Realmente não podemos juntá-los...Ainda mais nessas condições...
- Sim...E não é só isso. O senhor sabe que as senhoritas Ballotins e Panaché são grandes amigas da Condessa e em solidariedade também não virão.
- Presumo que o senhor...
- Exato. Todos sabem do meu grande apreço pela senhorita Panaché e não acho correto ir a um evento sem sua companhia.
- Então meu jantar se reduz a mim, minha esposa Cassoulet e o casal Bounlagère...
- Acredito que sim senhor...
- Bom, não tenho argumentos para convencê-los e está tudo muito recente. Está decidido! Farei esse jantar como combinado e na próxima semana teremos outro com o grupo que não pode comparecer. Que tal? Assim evitamos brigas e ânimos alterados...
- Estupendo senhor! Sabia que iria entender e achar uma solução justa!
- Sem problemas senhor Ratatouille...Tudo pela paz!

No dia do jantar, Gratin abre a porta e quase cai para trás ao ver entrar por dentro da casa os convidados que desistiram. Todos. O Conde e Condessa, as senhoritas e o senhor Ratatouille. Logo depois chegam o Barão e sua esposa e para surpresa do senhor Fricassé, todos se abraçaram efusivamente, com grande carinho entre eles. Ele não entendeu nada e sua esposa estava à beira de um ataque de nervos ao perceber que a comida, apesar de farta, não daria para aquele excedente imprevisto. E soltava olhares de fagulhas para o marido que a faria passar por um dos maiores vexames de sua vida.

- Senhor Ratatouille, por favor...
E levou o causador daquela situação constrangedora para um canto a fim de tomar satisfações.
- O senhor não me disse que não viriam?
- Sim, mas ontem mesmo eles se encontraram por acaso no Clube de Tiro e voltaram às boas...Foi uma cena muito bonita! Amigos de muitos anos fazendo as pazes...Comovente, diria até...
- E porque não me avisaram das mudanças de planos?
- Como não? Ontem mesmo, a Baronesa mandou um dos criados entregar um comunicado de que tudo estava bem e perguntando se não seria problema confirmar nossa presença com um prazo tão pequeno. Na carta pedia resposta somente em caso de não ser mais possível e que entenderia o silêncio como um sim. Estava muito claro! E eu estava lá para provar que foi realmente enviada!
- Mas a carta não chegou!

O que realmente aconteceu é que o tal criado encontrou pelo meio do caminho a lavadeira do vizinho e não resistiu aos seus encantos. Quando se deu conta, já era muito tarde e mentiu para a patroa sobre a entrega da carta.
O resultado desse desastrado jantar podemos sentir até hoje. Como a comida não dava para servir fartos pratos, madame Fricassé improvisou servindo pequenas porções aos seus convidados e que já vinham da cozinha prontos e arrumados.
Os convidados, com exceção de Ratatouille, não sabiam do problema da carta e ficaram encantados com a novidade. Tanto que passaram a servir da mesma forma nos seus jantares. Como eram pessoas influentes na sociedade, daqui a pouco todos que se consideravam chiques e modernos passaram a imitar esse minimalismo alimentar.
Nascia assim essa mania do francês fino servir tão pouco nos seus pratos...


Conto escrito por Silvia Naylor em 05/04/05

6.05.2005

Brinquedos de papel mau assombrados



Com várias opções dentro do tema de horror como monstros, casas, cemitérios, jogos etc...
Basta escolher seu modelo, imprimir, cortar e colar...
Pra ver o site, clique aqui...

Shag



Com um estilo meio anos 60 e totalmente clean, Shag tem um trabalho muito interessante.

6.04.2005

Um sapo mucho loco



Um sapo pra lá de irreverente, mas engraçadinho de se ver...

Uma dica da Sônia do Multiply

Pra quem não tá nem aí pro dia dos namorados...



Criado por alguém que provavelmente odeia a data por algum motivo muito pessoal e que arregimentou outras pessoas que também não devem ter boas lembranças pra criarem essas imagens super anti românticas como a do ursinho assassinado aqui presente.
Ahhh...Caso queira ainda pode mandar cartões pra algum(a) ex namorado(a)...


Pra ver o site Clique aqui

6.03.2005

Gil Bruvel



Esse artista australiano tem um trabalho absolutamente genial. São imagens lúdicas e muito interessantes...
No site dele você pode encomendar ainda cartões, posters, quadros etc...
Pra conhecer melhor seu trabalho Clique aqui

Um dia na vida de uma carioca otimista

Acordo com o som forte e extremamente retumbante da britadeira de umas das cinco obras de CEG que já duram uns três anos no meu quarteirão. Espreguiço pensando no longo dia que terei pela frente e não sei exatamente se o tremor que sinto é da potente ferramenta ou se vem da quebradeira do banheiro do vizinho.

Ao tomar banho sinto um gosto estranho na água, mas acredito ser excesso de cloro colocado na tentativa de purificá-la. Apanho o jornal para me inteirar das novidades e como não estou no clima, descarto todas as notícias sobre violência, corrupção e escândalos. Me sobram os quadrinhos e a página da tv.

Como faço quase todos os dias, vou até a padaria tomar meu café da manhã. No meio do caminho desvio de uns quatro mendigos, o que não foi de todo o mal. Normalmente são bem mais. Tomo tranqüilamente meu café e sou abordada de surpresa dentro do próprio local por três menores de rua de uns 1,70 m pedindo para que eu pague seus lanches.

Sigo então para o ponto de ônibus e ao atravessar a rua sou quase atropelada por uma bicicleta que vinha na contra mão, com o sinal fechado e ainda sou xingada de cegueta aos berros. Chego no ponto e após perder dois ônibus que passaram batidos e na velocidade da luz, finalmente consigo pegar um ao ficar bem em frente e correndo o risco de que passasse por cima de mim. Tudo pela pontualidade.

No Centro da Cidade sou obrigada a exercitar o nobre esporte de corrida de obstáculos ao desviar dos diversos tipos de camelôs, bancas, vendedores de cd’s piratas e balas. Ao chegar no prédio que trabalho percebo que dos quatro elevadores disponíveis, só dois funcionam e perco um tempo razoável na fila de espera. Já não vou ser tão pontual assim...

Passo o dia normalmente. Chefe estressado com os prazos e metas. Colegas fazendo fofocas uns sobre os outros. Computador travando toda hora. Ar desligado por economia. Telefone tocando sem parar. Filas enormes no restaurante a quilo e sem gosto do quarteirão. Típico.

Finalmente hora de ir embora!

Louca para chegar em casa, saio correndo pela rua pra pegar o primeiro ônibus que se dispor a parar e não percebo umas das 325 pedras portuguesas soltas na calçada. Umas delas acerta em cheio meu dedinho. E mesmo sentindo muita dor vou espremida dentro do tal ônibus, que na teoria só cabem 60 pessoas, e que por alguma lei da física não estudada vão umas 95 ou mais.

Ufa! Em casa! Ponho gelo no dedo já roxo, inchado e doendo muito. Depois de muita compressa e remédio me rendo aos fatos e vou procurar um hospital. Vai que quebrou...
Sou obrigada a pegar um táxi que me faz pagar bandeira dois fora do horário e ainda dá umas voltinhas pra aumentar o valor da corrida.

Eis que chego na emergência e constato que devo passar a madrugada por lá ao verificar o tamanho imenso da fila de espera. Além disso, meu caso não é considerado tão urgente assim. Afinal o que é um dedo quebrado perto de baleados, acidentados, gestantes em trabalho de parto há horas e enfartados? Consigo ser atendida lá pelas 4:30 da manhã, o que não foi de todo mal porque vai sobrar um tempinho pra dar uma cochilada.

Estava tá cansada que nem o tiroteio na favela me atrapalhou o sono.

E antes de dormir penso como é bom morar numa cidade tão maravilhosa...


Escrito em 25/04/05 por Silvia Nay

6.02.2005

Daren Rabinovitch



Com um trabalho exótico e as vezes um pouco incômodo para o olhar, Daren Rabinovitch é bastante criativo. Vale a pena conhecer...

Bettie Page



Ícone maior das pins ups, ela já foi retratada e pintada por vários artistas. O seu site é bem completo com fotos, biografia, pinturas etc...

Visit BettiePage.com!

6.01.2005

Só uma imagem...



Uma das minhas manipulações em homenagem ao homem que é sensível, chora e não esconde...
Imagem por Silvia Nay